JulhoDia 3SINGULARITY TRIOALÍPIO C. NETO MASA KAMAGUCHI CLARENCE BECTON Dia 10MARK HELIAS OPEN LOOSETONY MALABY MARK HELIAS TOM RAINEY Dia 17 (Integrado no CCB FORA DE SI)TRIO SONIC MOTIONJORGE REIS HUGO ANTUNES ANDRÉ SOUSA MACHADO
Dia 24 (Integrado no CCB FORA DE SI)SCOTT FIELDS FREETETSCOTT FIELDS SEBASTIAN GRAMSS (A ANUNCIAR)Dia 31 (Integrado no CCB FORA DE SI)SÉRGIO PELÁGIO/MÁRIO FRANCO QUARTETLUÍS CUNHA SÉRGIO PELÁGIO MÁRIO FRANCO PEDRO SEGUNDO
AgostoDia 7 (Integrado no CCB FORA DE SI)THE LIVING THING SEXTETJOSÉ MENESES GONÇALO MARQUES DANIEL VIEIRA JÚLIO RESENDE JOÃO CUSTÓDIO PEDRO VIANA Dia 14 (Integrado no CCB FORA DE SI)FUNDBUREAUSTEPHAN MEIDELL HUGO ANTUNES LUÍS CANDEIAS Dia 21 (Integrado no CCB FORA DE SI)MIGUEL MARTINS “KALEIDOSCÓPIO” MIGUEL MARTINS CARLOS BICA JOSÉ SALGUEIRO
Dia 28 (Integrado no CCB FORA DE SI)ANDRÉ MATOS TRIOANDRÉ MATOS DEMIAN CABAUD ALEXANDRE FRAZÃO
quinta-feira, julho 10
JAZZ ÀS 5ªas
CCB - cafetaria quadrante
domingo, julho 6
a comédia e a tragédia
chirico
"... uma das principais características da comédia é o engano. frequentemente, o cómico está baseado no facto de uma ou mais personagens serem enganadas ao longo de toda a peça. à medida que a personagem vai sendo enganada e que o equívoco vai aumentando, o público (que sabe de tudo) vai rindo cada vez mais...
...a função da tragédia é provocar por meio da paixão e do temor a expurgação ou purificação dos sentimentos (catarse)..."
wikipédia
tão actual...
quinta-feira, junho 26
a prisioneira
"comecei por me apaixonar pela biografia de Emily Dickinson e, finalmente, pela sua poesia. fiquei fascinada por aquela personalidade "fiteira" exemplar, que, embora estivesse em clausura por vontade própria, não perdia pitada do que se passava quer entre os que lhe eram próximos, quer na própria sociedade americana." - ana nobre gusmão
domingo, junho 15
sábado, junho 14
trabalhos em que possa divagar, ao mesmo tempo que "crio". nada de muito intelectual. algo que me permita pensar em coisas que não têm nada a ver com o que estou a fazer e ver o resultado, depois de algumas horas de sonho acordado.
vou (tentar) dedicar-me ao origami.

vou (tentar) dedicar-me ao origami.

afinal, os aviões que fazíamos, ou os "quantos queres?" com pintas coloridas, eram verdadeiros origami! ou não?!?
quarta-feira, junho 4
a imagens com sabor a....proporciona-lhe recordações ímpares.
já pensou ficar com a recordação dos 18 anos da sua filha? do baptizado do seu sobrinho?
das bodas dos seus pais? dos 5 anos da sua afilhada?
a imagens com sabor a...faz a cobertura da sua festa!
e para que dê vida às suas recordações, convida, através de download gratuito, a que faça, de uma forma fácil e divertida, os seus próprios albuns, agendas, etc.
dê vida aos kilos de imagens que vai acumulando!
divirta-se!
domingo, junho 1
um dos melhores filmes que vi este ano!
Título original: La Graine et le Mulet
Realização: Abdel Kechiche
Intérpretes: Habib Boufares, Hafsia Herzi, Farida Benkhetache, Abdelhamid Aktouche, Bouraouïa Marzouk, Alice Houri
França, 2007
Na cidade costeira de Sète, França, Beiji, pai de família, de sessenta anos, desempregado, esforça-se por manter a família unida. Tem o peso do falhanço em cima dos ombros e um sonho, o de construir um restaurante.
O filme retrata, além de outras questões, o estigma ainda vivido pelos imigrantes (árabes, neste caso) e as tensas relações familiares, devido ao emprego precário, às relações extra-conjugais, ao stress do dia a dia.
Os diálogos de Rym, a enteada, de personalidade fortissima, com o padrasto e com a mãe, são os momentos altos do filme, na minha opinião. O sotaque cerradissimo, o uso do calão a "200 à hora" e a impulsividade do discurso, de forma inteligente, prende-nos ao écran e deixa-nos com a sensação de estarmos na cozinha ou no quarto a assistir às cenas.
Cena semlhante a de uma mulher repetidamente traída pelo marido, que finalmente grita a sua dor.
Numa tentativa de manter os convidados à mesa do restaurante-barco (o cuscuz foi esquecido no porta-bagagens do carro, que entretanto foi levado pelo irmão) Rym inicia uma dança do ventre sublime! Lamentavelmente, o objectivo não foi conseguido...
adivinhem o que é o meu jantar, hoje...é que o cheiro emanava do écran...
sábado, maio 31
" u n d e r m y s k i n "
de Inez Wijnhorst,
G a l e r i a M o n u m e n t a l
Campo dos Mártires da Pátria, 101
Lisboa
telf. 21353 38 48
8 de Maio a 21 de Junho, de terça a sábado, das 15h00 às 19h30

" O múltiplo é, não apenas o que tem muitas partes, mas também o que está dobrado de muitas formas."
Gilles Deleuze, A dobra
.
Quantos gestos são precisos para ordenar o mundo, para o dobrar e guardar em caixas?
A procura de sempre. A inquietação que nos traz ocupados. A procura da ordem oculta das coisas. Primeiro a geometria. O sentido que organiza o aleatório tornando-o inteligível. Acreditar. Querer crer numa estrutura do caos. Concentrar a inteligência na trama rigorosa do pensamento matemático e sobrepô-lo ao mundo.
Em seguida usar a ironia da ilusão. Recriar engano antigo, roubado a outras culturas, de inventar a dimensão oculta, a terceira dimensão no mundo da tela. Aglutinar a forma, repeti-la sem limite, revelando o que não existe, inventando a impossível profundidade. Herança de quem ousou imaginar as leis da perspectiva ou de quem rasgou uma tela. Deixar ver para lá dos dois eixos. Amplificar a falsidade com a ilusão da luz. Escurecer o fundo. Usar a mancha e a linha branca para cortar a tela e remontá-la outra vez. Dobrar a tela infinitamente. De forma sempre diferente. Repetir as três figuras geométricas simples e experimentar a ilusão de serem sempre distintas.
Depois, o desenho da caixa. A aproximação à imagem do objecto, daquilo que a mão conhece. Transformando o nível abstracto do pensamento geométrico e atribuindo-lhe uma familiaridade quase doméstica. Repetir o gesto, somando as mesmas formas, tornando-as distintas. Ler nestas formas os dias, de tal forma diversos que não acreditamos que são feitos sempre da mesma matéria: de horas, de estações do ano, de segundas e terças-feiras. Sobre estas caixas, iguais e outras, redesenhar a vida, soltando-a da trama, desrespeitando os seus limites. Os factos e as imagens das escadas, das mesas e dos barcos de papel. As caixas, as casas e os corpos.
Outra vez soltos, impossíveis de circunscrever no interior da trama que se descobriu. Tropeçamos de novo no mundo, nos objectos fora de sítio, nos factos fora de sítio, indiferentes à mais elementar das lógicas. A experiência individual sempre pronta a escapar ao entendimento. São sempre assim os factos, dificilmente compreensíveis. Há que guardá-los em caixas. Serão, pelo menos, nossos.
Sofia Pinto Basto, Maio 2008
quarta-feira, maio 14
cheap trick - surrender
Mommy's alright, Daddy's alright, they just seem a little weird.
Surrender, surrender, but don't give yourself away, ay, ay, ay.
Father says, "Your mother's right, she's really up on things."
"Before we married, Mommy served in the WACS in the Philippines."
Now, I had heard the WACS recruited old maids for the war.
But mommy isn't one of those, I've known her all these years.
sexta-feira, maio 9
duffy - mercy
I love you
but i gotta stay true
my morals got me on my knees
I'm begging please stop playing games
I don't know what this is
cos you got me good
just like you knew you would
I don't know what you do
but you do it well
I’m under your spell
Chorus
You got me begging you for mercy
why won't you release me
you got me begging you for mercy
why won't you release me
I said release me
Now you think that I
will be something on the side
but you got to understand
that i need a man
who can take my hand yes i do
I don't know what this is
but you got me good
just like you knew you would
I don't know what you do
but you do it well
I’m under your spell
You got me begging you for mercy
why wont you release me
you got me begging you for mercy
why wont you release me
I said you’d better release yeah yeah yeah
I'm begging you for mercy
yes why wont you release me
I'm begging you for mercy
you got me begging
you got me begging
you got me begging
Mercy, why wont you release me
I'm begging you for mercy
why wont you release me
you got me begging you for mercy
I'm begging you for mercy
I'm begging you for mercy
I'm begging you for mercy
I'm begging you for mercy
Why wont you release me yeah yeah
break it down
I love you
but i gotta stay true
my morals got me on my knees
I'm begging please stop playing games
I don't know what this is
cos you got me good
just like you knew you would
I don't know what you do
but you do it well
I’m under your spell
Chorus
You got me begging you for mercy
why won't you release me
you got me begging you for mercy
why won't you release me
I said release me
Now you think that I
will be something on the side
but you got to understand
that i need a man
who can take my hand yes i do
I don't know what this is
but you got me good
just like you knew you would
I don't know what you do
but you do it well
I’m under your spell
You got me begging you for mercy
why wont you release me
you got me begging you for mercy
why wont you release me
I said you’d better release yeah yeah yeah
I'm begging you for mercy
yes why wont you release me
I'm begging you for mercy
you got me begging
you got me begging
you got me begging
Mercy, why wont you release me
I'm begging you for mercy
why wont you release me
you got me begging you for mercy
I'm begging you for mercy
I'm begging you for mercy
I'm begging you for mercy
I'm begging you for mercy
Why wont you release me yeah yeah
break it down
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